04.07.2009
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Estimativa para dólar se mantém em R$ 1,90

Publicado 24.07.2007

A expectativa para a taxa de câmbio para o final de 2007 se manteve em R$ 1,90. A informação consta do relatório de mercado produzido em 20 de julho pela equipe econômica do Banco Central (BC). Para o dólar médio, a projeção caiu de R$ 1,98 para R$ 1,97 no decorrer de 2007.

A pesquisa Focus mostrou que a projeção do mercado para a taxa de câmbio no fim deste mês passou de R$ 1,90 para R$ 1,87 por dólar e, para o final de agosto, de R$ 1,89 para R$ 1,87. Para o fim do ano, entretanto, os analistas mantiveram as apostas concentradas em R$ 1,90 por dólar. Para o fim do ano que vem, o mercado prevê o dólar cotado a R$ 1,98.

O saldo da balança comercial subiu de US$ 43 bilhões para US$ 43,55 bilhões. Para 2008, houve ajuste de US$ 37 bilhões para US$ 37,15 bilhões.

No saldo em conta corrente, a aposta avançou de US$ 11,05 bilhões para US$ 11,50 bilhões em 2007 e passou de US$ 5 bilhões para R$ 5,25 bilhões no ano que vem.

Para o Investimento Estrangeiro Direto (IED), a projeção para 2007 foi elevada de US$ 21,50 bilhões para US$ 23 bilhões; para 2008 a expectativa manteve-se em US$ 20 bilhões.

Fonte: InvestNews / Agência Estado

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Outras notícias sobre o dólar (18/5/2007):

Dólar baixo ameaça empregos no Brasil no médio prazo

FolhaNews

A incessante queda do dólar em relação ao real ameaça o emprego no Brasil, principalmente nas pequenas e médias empresas com produção voltada para a exportação. A avaliação é do economista-chefe do Iedi, Edgard Pereira (Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial).

"Todos os estudos apontam para uma relação forte entre desvalorização cambial e emprego. Quando a moeda (brasileira) se desvaloriza, o nível de emprego cresce. Quando a moeda se valoriza, como está acontecendo agora (em relação ao dólar) o nível de emprego diminui. Então, cedo ou tarde essa valorização do real sobre o dólar vai se manifestar mais fortemente no nível de emprego", afirmou.

O dólar comercial fechou nesta quinta-feira a R$ 1,953, em leve queda de 0,05% sobre o encerramento dos negócios nesta quarta-feira. No ano, dólar já cair cerca de 7%. A queda da divisa norte-americana gera preocupação principalmente nas empresas exportadoras, pois reduz a competitividade dos produtos brasileiros no exterior.

Dados divulgadas nesta semana pelo Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) sobre o emprego na indústria paulista já mostram o efeito da queda do dólar nas empresas exportadoras.

É o caso, por exemplo, do segmento de Celulose, Papel e Papelão, que reduziu em 0,48% no número de postos em abril no Estado. O nível de emprego na indústria de produção de têxteis caiu 0,21% no mês. Apesar destes resultados negativos, no geral, o emprego industrial cresceu 2,25% em abril, maior percentual da série histórica, sustentado pelo desempenho das empresas voltadas para o mercado interno, principalmente pelo setor sucroalcooleiro.

Segundo Marcelo Villela, diretor da Quest investimentos, para sobreviver à queda do dólar muitas empresas têm cortado custos, o que significa redução de pessoal.

"Algumas delas estão trabalhando com a parte de redução de custos, como Gerdau, Usiminas. Outras estão fazendo investimento no exterior para diminuir a exposição cambial, o que significa a transferência de empregos para outros países", afirmou.

Para o economista-chefe do Iedi, as exportadoras de produtos básicos, como commodities, ainda conseguem sobreviver à queda do dólar. "De certa forma, os preços das commodities ainda compensam a desvalorização da moeda americana em relação ao real. Mas até quando elas conseguem se sustentar, não se sabe." "Já as indústrias de manufaturados, com uma quantidade maior de trabalho envolvida na produção, não têm muitas saídas, porque os custos salariais são dados pelo mercado de trabalho interno. A alternativa é exportar menos, não exportar, ou se mudar para outros países onde os custos são mais favoráveis".

 

Lupi: dólar fraco não prejudica criação de empregos

Agência Estado

O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, afirmou nesta quinta-feira, durante a divulgação dos números de abril do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que a queda na cotação do dólar não deverá prejudicar a indústria e a geração de empregos. "O governo tem mecanismos para fazer a compensação disso", afirmou Lupi, referindo-se às medidas de desoneração fiscal e tributária que vêm sendo estudadas pela área econômica. Segundo o ministro, o anúncio dessas medidas deve ser feito ainda neste mês.

Lupi disse que está conversando com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, sobre a desoneração da folha de pagamento das empresas e tem dado "alguns palpites", mas não quis revelar quais foram as sugestões apresentadas por ele. "Tudo o que a gente colocou foi bem recebido", disse Lupi, assegurando que a desoneração vai beneficiar os setores produtivos da economia.

"O Brasil está em um momento muito bom, e a gente tem que ter muito cuidado em qualquer ação que possa prejudicar o conceito internacional que o Brasil adquiriu hoje", afirmou. Segundo Lupi a primeira área beneficiada será o setor exportador. "Já está praticamente batido o martelo, e em questão de dias estará fechado" disse.

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“A Bíblia diz: 'Melhor é morar num canto do eirado, do que com a mulher rixosa numa casa ampla' (Provérbios 21:9 e 25:4) . Eu acrescentaria que, porém, é pior ainda morar com uma mulher rixosa num apartamento minúsculo. Pelo menos em uma casa ampla você pode dormir no quarto de hóspedes, e deixar a 'nervosinha' falando sozinha..."

— Dr.Tony Fontoura, Ph.D.

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