WASHINGTON - O Senado dos Estados Unidos rejeitou na quinta-feira, 24, uma emenda que, se aprovada, teria jogado por terra a esperança de 12 milhões de imigrantes ilegais de normalizar sua permanência nesse país.
Segundo fontes legislativas, a iniciativa do legislador conservador David Vitter paralisaria a reforma das leis de imigração dos Estados Unidos.
O presidente George W. Bush disse em entrevista coletiva que a reforma "representa a melhor possibilidade de modificar o sistema e ajudar a saber com certeza quem é quem no país".
Apesar das polêmicas emendas introduzidas no plenário, os senadores afirmaram que o acordo para a reforma "avança de forma positiva".
Mel Martínez, presidente do Comitê Nacional Republicano, disse que as vozes de oposição à reforma continuam, mas democratas e republicanos mantêm seu compromisso de aprovar um texto final "o mais justo possível".
Ele explicou que outras emendas relacionadas com a reunificação de famílias e com o problema dos trabalhadores temporários ficarão para daqui a duas semanas "porque são temas delicados".
Para o democrata Edward Kennedy, os Estados Unidos têm de fazer a reforma "agora ou nunca". "Se não for agora, realmente não sei quando poderemos ter outra ocasião", disse.
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