04.07.2009
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Bush aumenta pressão para que Congresso aprove lei de imigração

Publicado 01.06.2007

Washington - O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, aumentou hoje sua pressão sobre o Congresso para que seja aprovado o projeto de lei de imigração que o Senado debate, e que conta com a oposição dos setores mais conservadores.

"Entendo que é uma questão difícil para muita gente, que acredita que votar a favor da medida é um risco político", disse o líder, ressaltando que, em sua opinião, o projeto de lei "não é arriscado".

"O fato de ser uma questão difícil provavelmente quer dizer que temos que redobrar nossos esforços para levá-la adiante, e este é o momento de fazê-lo", afirmou Bush, que participava de uma sessão informativa na Casa Branca sobre o projeto de lei.

O evento também contou com a presença dos secretários de Comércio americano, Carlos Gutiérrez, e de Segurança Nacional, Michael Chertoff.

Esta é a segunda vez em quatro dias que o presidente americano defende o projeto de lei que, afirmou, é "muito importante" para o país e para a segurança nacional dos EUA.

"Não importa o quão difícil possa parecer para alguns; do ponto de vista político, acredito firmemente que beneficia os interesses do país o fato de os cidadãos de Washington mostrarem coragem e firmeza, e aprovarem uma ampla reforma migratória", acrescentou o dirigente americano.

O projeto de lei, que começou a ser estudado pelo Senado na semana passada, após um acordo entre a maioria democrata e legisladores republicanos, encontrou a oposição de setores conservadores e liberais e do mundo empresarial.

A regra prevê uma via para legalizar os cerca de 12 milhões de imigrantes ilegais que vivem nos Estados Unidos. Estas pessoas poderiam obter um visto especial, o "Z", caso paguem os impostos atrasados e uma multa.

Além disso, o chefe da família seria obrigado a retornar ao país de origem em um prazo de oito anos para tramitar a residência permanente.

O projeto também cria um programa de trabalhadores temporários, que receberiam permissões de trabalho válidas por dois anos e que poderiam ser renovadas, no máximo, duas vezes.

Para a renovação, no entanto, o titular deveria retornar a seu país de origem em um prazo de um ano.

Originalmente, o projeto de lei previa a concessão de 400 mil permissões de trabalho temporárias por ano, mas uma emenda aprovada na semana passada reduziu este número para 200 mil.

A proposta altera ainda o sistema para outorgar permissões de residência nos Estados Unidos, que passa a priorizar a educação e o domínio do idioma frente aos laços familiares, como ocorria até então.

Do jeito que as coisas estão, as organizações de defesa dos imigrantes alegam que o projeto de lei sairia muito caro para os imigrantes ilegais que já estão no país, e dificultaria a reunião das famílias. Já os setores mais conservadores afirmam que a legalização dos imigrantes ilegais equivale a uma anistia.

Bush rejeitou taxativamente estas afirmações, e garantiu que "o projeto de lei não é uma anistia".

"Os que o chamam de anistia só tentam, em minha opinião, assustar o povo sobre o projeto de lei", acrescentou o presidente americano.

"O projeto de lei reconhece que, caso alguém esteja aqui ilegalmente, haverá uma conseqüência a pagar. Podemos debater as conseqüências, mas não podemos debater que a medida inclui conseqüências para as pessoas que violaram nossas leis", afirmou o dirigente dos EUA.

O Senado americano deve retomar o debate do projeto de lei na próxima semana, com o fim do recesso, que foi adotado esta semana, em homenagem aos mortos em guerras.

Ainda estarão pendentes algumas emendas como a apresentada pela senadora democrata e pré-candidata à Presidência Hillary Clinton, que pede que os cônjuges e filhos mais novos dos moradores permanentes sejam considerados "parentes imediatos" e, portanto, fiquem isentos do limite de vistos.

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“A Bíblia diz: 'Melhor é morar num canto do eirado, do que com a mulher rixosa numa casa ampla' (Provérbios 21:9 e 25:4) . Eu acrescentaria que, porém, é pior ainda morar com uma mulher rixosa num apartamento minúsculo. Pelo menos em uma casa ampla você pode dormir no quarto de hóspedes, e deixar a 'nervosinha' falando sozinha..."

— Dr.Tony Fontoura, Ph.D.

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